Prevenção de infecções protegendo órgãos e transplantes
Medidas simples reduzem o risco de infecções que podem levar à falência de órgãos ou comprometer o transplante. Saiba como se proteger e converse com sua família.
Por que infecções são perigosas para órgãos e transplantados?
Infecções podem causar sérios danos aos órgãos, como rins, fígado e coração. Em pessoas transplantadas, o risco é ainda maior, pois o uso de medicamentos imunossupressores reduz as defesas do corpo, facilitando a ação de vírus, bactérias e fungos.
Como posso prevenir infecções no dia a dia?
- Higienize sempre as mãos com água e sabão, principalmente antes de comer e após ir ao banheiro.
- Evite contato com pessoas doentes, principalmente em períodos de maior circulação de vírus.
- Tenha cuidado com alimentos: prefira alimentos bem cozidos e água tratada.
- Mantenha o ambiente limpo e arejado para evitar o acúmulo de germes.
- Siga o calendário de vacinação conforme orientação da sua equipe de transplante.
Pergunta: Por que a prevenção de infecções é tão importante para quem espera ou já fez transplante?
Resposta: Porque infecções podem levar à piora das doenças que causam falência de órgãos e até comprometer o sucesso do transplante, já que o corpo fica mais vulnerável.
Quando devo procurar minha equipe?
Se apresentar febre, mal-estar, dores, alterações na urina ou outros sintomas diferentes do habitual, procure sua equipe de transplante. O acompanhamento regular é essencial.
Converse com sua família
A prevenção de infecções é uma responsabilidade de todos. Compartilhe essas orientações em casa e converse sobre a importância da doação de órgãos. Dizer que você é doador é importante, mas o fundamental é conversar com sua família. No Brasil, a autorização para a doação de órgãos só acontece se a família concordar no momento do luto. Falar sobre o assunto antes pode salvar vidas.
Aviso: Conteúdo informativo e educativo. Não substitui orientação médica individual.
Consulte sempre a sua equipe de transplante.
Conteúdo informativo e educativo. Não substitui orientação médica individual. Consulte sempre a sua equipe de transplante.
Fontes consultadas
- 01 Ministério da Saúde
- 02 Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO)